Estou de volta
Empossado deste corpo como um grileiro no norte do Acre
Desmatado e desmorrido,
abrigado num desabrigo de não me obrigar quando a briga se avisa
Me arredeio e me coloniza
Sua metrópole que não tem escrúpulos
Não terá o luxo
Da minha face estampada em sua avenida
Sou recém-batizado num mundo encantado que toda a criatura habita
No alto do cosmo, no frio da estrela cadente mais decaída.
Sou devasso e tirano
Imperador deste plano de duas dimensões e rimas pobres
Sou o ícone piscante o dois cliques do cisco
O olho dos Ciclopes
Poseidon, meu caro me perdoe
Pela ofensa tola a qual rogarei.
Mas este mar tão pouco governa
Que a Petrobras se encarrega de te vasculhar
Ah meu senhor que zombaria...
Que vergonha seria, se ao fim das costas minhas
Encontrassem também, um poço de gás.
Não é falácia, te digo
Poseidon meu amigo, não vá se vingar
Embala as nereidas no ninho
Que sigo sozinho
Já sei soluçar
E entre soluço e solução só há saída
Quando a desmedida das mesuras eu ouço galgar
De patinete em milhas náuticas de tiros e dardos não vou te alvejar
Afio minha alma estampada
Tal figura ilustrada
Do Ronaldo ou Kaká
Minha crítica autocolante é dura
e na sua janela vai se destacar
Num ataque no mais puro impulso
Sou eu muito intenso ou você
Fraquejar?
Me diga, levante agora
Tenha ousadia seja petulante
Me diga, pobre criança que fazes agora pra conter o levante?
No Quênia as mortes se somam
Os monstros devoram as almas no altar
As igrejas e pedras em chamas, Deus te clamam
Porque não vai os salvar?
Entre Nietszche e McFarlane
Peça a US pra lhe amparar
O santo das causas perdidas
Minha chuteira da Adidas
Minha canção de ninar!
Sua existência me ofende
Es mais que um afronte tua covardia
Se mexa, se mova, ou se morra
Se castre, se case ou se esconda
Porque até tua sombra tem medo da vida
Seja mais desregrado
Mas não pule do muro sem antes olhar
Seja um Chavéz armado, Sputnik apressado, seja condenado
Mais saiba condenar
O jubilo do julgo é jogado
Atirado ao Hades para o Niflheim habitar
Te juro que nada no mundo
Canhão ou esconjuro
Bala ou muro
Poderá me parar
Sou a resistência indomada
Minha Digressora Vanguarda
Há de sustentar
A bandeira de todas as cores
Hinos de mil letras iremos cantar
Por um fim em sua existência
Sem dó nem clemência
Sua centelha apagar
E quando isso acontecer
Perderei o juízo
Serei consumido pela insanidade de meus atos
Para sempre grato de tudo que fiz
Se ainda não entende
Não se preocupe
Apenas se ocupe
E espere chegar
Ou virá seu tempo
Ou será tarde demais para se lamentar
Não sou grave, nem clave, nem justo
Nem clava, nem pulso, nem nada que possa pensar
Sou membro da Vanguarda Digressora
A Esperança Devastadora
Que irá consumar
A rebeldia e a revolução
No reino em que nenhum irmão vivo ou não ousará reinar.
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Inverso contigo (a.k.a Pertenesiste a uma raça antiqua)
Em negrito enovado
Plasma liqueifeito é meu estado
Estado bruto - Inalterado
Um soviete socialista
Não-registrado
O capital
brutalizado
A vida escorrida nos cadafalsos
A ilusão
monocromática
O barulho estrondoso da estática
O paradoxo no panorama
E o pindarama, a pátria que não me ama
Embelezado dentre raízes
Operários, raios vesgos e atrizes
Multiplicado de tal maneira
Velocizado
Que o neologismo
se torna sigla no seu descaso
intrometido empoeirado
na força-motriz das diretrizes dos seus cadarços
emudecido - paralisado
inconfundível - indefinível
indefensável
abastecido
motorizado
dó sustenido
pneu de carroça - recauchutado
Se sou movido ou intencionado
O questionamento de rimas pobres é meu aliado
Se estou vencido ou se serei louvável
São meus conceitos os meus diretos não o contrário
Ufanecido e apatriado
Morro por fim em ter assim meu jeito calado
Cabrero firme - Descabelado
Indivisível
Mais que morto-vivo
Vivo amortizado
Em queda plena
Penalizado
Sou destemido
Meu inimigo - Atemorizado
E o meu refúgio
Inalcançável
Recém-criado, gênese pura
Atormentado
Amovível, dissolúvel em água
Quase salgado
Sabor de amor
Cheiro de flor
Versos nos quartos
Plasma liqueifeito é meu estado
Estado bruto - Inalterado
Um soviete socialista
Não-registrado
O capital
brutalizado
A vida escorrida nos cadafalsos
A ilusão
monocromática
O barulho estrondoso da estática
O paradoxo no panorama
E o pindarama, a pátria que não me ama
Embelezado dentre raízes
Operários, raios vesgos e atrizes
Multiplicado de tal maneira
Velocizado
Que o neologismo
se torna sigla no seu descaso
intrometido empoeirado
na força-motriz das diretrizes dos seus cadarços
emudecido - paralisado
inconfundível - indefinível
indefensável
abastecido
motorizado
dó sustenido
pneu de carroça - recauchutado
Se sou movido ou intencionado
O questionamento de rimas pobres é meu aliado
Se estou vencido ou se serei louvável
São meus conceitos os meus diretos não o contrário
Ufanecido e apatriado
Morro por fim em ter assim meu jeito calado
Cabrero firme - Descabelado
Indivisível
Mais que morto-vivo
Vivo amortizado
Em queda plena
Penalizado
Sou destemido
Meu inimigo - Atemorizado
E o meu refúgio
Inalcançável
Recém-criado, gênese pura
Atormentado
Amovível, dissolúvel em água
Quase salgado
Sabor de amor
Cheiro de flor
Versos nos quartos
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Ode das mil letras
Rompante ígneo
Furacão de cores
É minha dor
Que lhe envolverá e engolfará em chamas e rochas
Sua vil milícia
Meus cães lhe roeram os calcanhares
E as garras das criaturas que conheço romperão seus tendões
Num estalo tão alusivo que a própria morte se afastará de ti
E você permanecerá inerte entre a barreira dos mundos
Vulnerável o bastante para que o metal atinja seu espírito
Tolo o bastante para se opor a luz que se irradia todas as manhãs
Minha mãe e meu pai são esse solo, o tempo soprou meus ouvidos até que pudesse caminhar
E conhecer os livros e folhas que sustentam as músicas dos relâmpagos
Afastei-vos, ante nossa bandeira
Ouçam meu chamado meus irmãos
Aproximem nossa ilha, nossos canhões
Distintos como o gelo das profundezas da terra e o vapor quente das montanhas
Nos unidos podemos ultrapassar o limite de vossa sanidade
Arrancaremos a carne de teu corpo e a devolveremos ao grande fluxo que tudo percorre
Meu espírito ruge
Tenho a visão e o brilho
A sensação e o instinto
Rasgarei tua vontade
Quebrarei teu poder em mil pedaços
Esta luta não é só minha
Criação e filhos partilham dessa vontade
Somos além da explicação
Somos o mais complexo paradoxo
Meu passo é profundo
Sinta o medo ruir com força das explosões
Somos ousados e prudentes
Rebeldes e indolentes
Punhos, sangue e dentes
Somos todos filhos de uma entidade dormente
Irmãos da flâmula da aurora espectral
Corpo e espírito da Revolução Mágica
Brados e gritos somados
Ouvi meu irmão o chamado
E vislumbre-se diante da esperança devastadora
De todos nós, a verdadeira força
A Vanguarda Digressora.
Furacão de cores
É minha dor
Que lhe envolverá e engolfará em chamas e rochas
Sua vil milícia
Meus cães lhe roeram os calcanhares
E as garras das criaturas que conheço romperão seus tendões
Num estalo tão alusivo que a própria morte se afastará de ti
E você permanecerá inerte entre a barreira dos mundos
Vulnerável o bastante para que o metal atinja seu espírito
Tolo o bastante para se opor a luz que se irradia todas as manhãs
Minha mãe e meu pai são esse solo, o tempo soprou meus ouvidos até que pudesse caminhar
E conhecer os livros e folhas que sustentam as músicas dos relâmpagos
Afastei-vos, ante nossa bandeira
Ouçam meu chamado meus irmãos
Aproximem nossa ilha, nossos canhões
Distintos como o gelo das profundezas da terra e o vapor quente das montanhas
Nos unidos podemos ultrapassar o limite de vossa sanidade
Arrancaremos a carne de teu corpo e a devolveremos ao grande fluxo que tudo percorre
Meu espírito ruge
Tenho a visão e o brilho
A sensação e o instinto
Rasgarei tua vontade
Quebrarei teu poder em mil pedaços
Esta luta não é só minha
Criação e filhos partilham dessa vontade
Somos além da explicação
Somos o mais complexo paradoxo
Meu passo é profundo
Sinta o medo ruir com força das explosões
Somos ousados e prudentes
Rebeldes e indolentes
Punhos, sangue e dentes
Somos todos filhos de uma entidade dormente
Irmãos da flâmula da aurora espectral
Corpo e espírito da Revolução Mágica
Brados e gritos somados
Ouvi meu irmão o chamado
E vislumbre-se diante da esperança devastadora
De todos nós, a verdadeira força
A Vanguarda Digressora.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Fountaine
Quando todas as criaturas da terra se reunirem
Quando todos os seres mágicos fizerem um congresso
Quando toda a tristeza da terra sair em recesso
Então vocês enxergarão a verdade
Quando todos os vampiros entrarem no vale
E todos os livros baterem páginas pelos ares
Quando todas as baleias voarem
Quando todas as pedras cantarem
Então vocês ouvirão a verdade
Quando toda a imundice humana escorrer para dentro
Quando todo o espaço-tempo parar, repensar e entrar no convento
Quando toda faca for leite materno, quando todo abraço for sereno
Então quando todo som for silêncio, vocês sentirão a verdade
E quando a manada toda parar
Quando as roupas estiverem sujas demais pra rasgar
Quando toda vela for pura demais para queimar
Ai então, todos dirão.
A verdade
Até lá, ela ainda se esconde,
Confesso.
Debaixo da insanidade desses versos
Numa árvore de criatividade e progresso
Ainda mantendo o processo
Que faz toda criatura viva germinar
A verdade vive.
Nos meus olhos.
E no sentido de todas as coisas.
A verdade se move como as horas
E consome tudo e devora a todos.
A verdade se aproxima de você.
Já está em seu espírito e lhe consumirá.
Somente ela, a verdade poderia ser profeta do próprio destino.
E somente ele, poderia proferir a ela a verdade sobre tudo além.
A verdade vive.
Queima nos seus olhos.
No meu espírito.
A verdade.
Quando todos os seres mágicos fizerem um congresso
Quando toda a tristeza da terra sair em recesso
Então vocês enxergarão a verdade
Quando todos os vampiros entrarem no vale
E todos os livros baterem páginas pelos ares
Quando todas as baleias voarem
Quando todas as pedras cantarem
Então vocês ouvirão a verdade
Quando toda a imundice humana escorrer para dentro
Quando todo o espaço-tempo parar, repensar e entrar no convento
Quando toda faca for leite materno, quando todo abraço for sereno
Então quando todo som for silêncio, vocês sentirão a verdade
E quando a manada toda parar
Quando as roupas estiverem sujas demais pra rasgar
Quando toda vela for pura demais para queimar
Ai então, todos dirão.
A verdade
Até lá, ela ainda se esconde,
Confesso.
Debaixo da insanidade desses versos
Numa árvore de criatividade e progresso
Ainda mantendo o processo
Que faz toda criatura viva germinar
A verdade vive.
Nos meus olhos.
E no sentido de todas as coisas.
A verdade se move como as horas
E consome tudo e devora a todos.
A verdade se aproxima de você.
Já está em seu espírito e lhe consumirá.
Somente ela, a verdade poderia ser profeta do próprio destino.
E somente ele, poderia proferir a ela a verdade sobre tudo além.
A verdade vive.
Queima nos seus olhos.
No meu espírito.
A verdade.
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Aviso aos navegantes
Tem tempos que sou assim
Que estou perto, mas distante
Que estou longe, vociferante
Nadando entre as estrelas do cosmo e além
Como a grande A’tuin, como Rasputin,
Aniquilando as quimeras do passado
Decifrando enigmas de górgonas e seus vassalos
Sou eu.
Constelação austral
Aurora boreal
Tem tempos que sou assim
Que pego minha amada e a levo para longe
Para além daqui, pelo poço perto das amoreiras
E vamos para o lado de lá, conversar com entidades amigas
Conhecer nosso passado
Eu vou estreitar meus laços
Comer torradas estrangeiras noutro condado
Sou eu.
Sem muito problema de compreensão
Sem dilemas de moral de ficção
Meu clã conhece e sabe,
Meu irmão pastoreia os rebanhos
O mais novo reúne as cargas
O mais velho poda as árvores
E outros são viajantes como eu...
Sigo para a terra das montanhas
Para as terras escuras
Pelo caminho puro.
Sou eu.
Viajante de tempos em tempos.
Então não digo nada.
Eu me conheço...
Meu coração é feito de pedras que movem
De amor pela minha esposa
E das vontades do reino de amanhã.
Não devo nada aos pedintes
Nem satisfações aos que tem pensamento
Sou obra de meu próprio artífice
Sou um cão sem condenamento.
Meu uivo reverbera alto
Sou ancestral do meu próprio sentimento
Meus pelos são rubros sobre o queixo
Minha alma é afiada por dentro
Que estou perto, mas distante
Que estou longe, vociferante
Nadando entre as estrelas do cosmo e além
Como a grande A’tuin, como Rasputin,
Aniquilando as quimeras do passado
Decifrando enigmas de górgonas e seus vassalos
Sou eu.
Constelação austral
Aurora boreal
Tem tempos que sou assim
Que pego minha amada e a levo para longe
Para além daqui, pelo poço perto das amoreiras
E vamos para o lado de lá, conversar com entidades amigas
Conhecer nosso passado
Eu vou estreitar meus laços
Comer torradas estrangeiras noutro condado
Sou eu.
Sem muito problema de compreensão
Sem dilemas de moral de ficção
Meu clã conhece e sabe,
Meu irmão pastoreia os rebanhos
O mais novo reúne as cargas
O mais velho poda as árvores
E outros são viajantes como eu...
Sigo para a terra das montanhas
Para as terras escuras
Pelo caminho puro.
Sou eu.
Viajante de tempos em tempos.
Então não digo nada.
Eu me conheço...
Meu coração é feito de pedras que movem
De amor pela minha esposa
E das vontades do reino de amanhã.
Não devo nada aos pedintes
Nem satisfações aos que tem pensamento
Sou obra de meu próprio artífice
Sou um cão sem condenamento.
Meu uivo reverbera alto
Sou ancestral do meu próprio sentimento
Meus pelos são rubros sobre o queixo
Minha alma é afiada por dentro
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
Retórica de Fliperama
Ouça os Sons que reverberam
Ouça os Sons que reverberam
Ouça os Sons que reverberam
A imagem fala e cala
A imagem grita e mente
A imagem fria e quente
A imagem solamente
Ouça os sons
Que reverberam
Ouça os sons
Ouça...
Estão lavando os seus cérebros com água mineral
Que tem sabor de fruta levemente gaseificada
Que coça seus neurônios enquanto tu não faz mais nada
Padronizaram tua forma de pensamento
Seus piercing no septo e o seu par de all star preto
Vem me dizer que é alternativo e super antenado
Me olha torto porque estou de bermuda e agasalho
Ou é o meu chinelo e cabelo sem franjinha?
Ou é minha camiseta que não tem suas listinhas?
Seus verbos e estrangeirismos, que todos eu dispenso
Ou seu excesso de brasilidade para todos os momentos
Sua mpbzice toda cheia de pirraça
Ser cult é ser otário sem usar roupa de marca
Agora vai vir com seu questionamento de moral
Dizendo que sou mano, de calça bag e falo errado
Mas não sobrevive dois minutos no beco que fui criado
Então toma tua linha e vê se volta pros jardins
Tira seu goticismo depressivo do campo belo
E vai morrer na augusta a suas custas só farelo
Tira sua onda de malandro de Itaquera
E sua roupinha de skatista Ibirapuera
De otaku da liberdade
De operário do Ipiranga
De burguezinho do ABC
De moça hippie com missangas
Eu não sou como vocês que vivem nesse abuso
E se calam, e se ladram, e não causam nenhum tumulto!
Não sou punk, nem socialite, imigrante ou exilado
Mas sou único ao deixar o meu recado
Sou aquele desconhecido subestimado
Sou um rebelde bem ordenado
Sou tudo isso que você leu e mais um monte que ficou guardado...
Ouça os sons que reverberam
Ouça os sons que reverberam
Ouça os sons que reverberam
Meu reino é o reino das feras...
Na esfera das idéias...
Ouça os Sons que reverberam
Ouça os Sons que reverberam
A imagem fala e cala
A imagem grita e mente
A imagem fria e quente
A imagem solamente
Ouça os sons
Que reverberam
Ouça os sons
Ouça...
Estão lavando os seus cérebros com água mineral
Que tem sabor de fruta levemente gaseificada
Que coça seus neurônios enquanto tu não faz mais nada
Padronizaram tua forma de pensamento
Seus piercing no septo e o seu par de all star preto
Vem me dizer que é alternativo e super antenado
Me olha torto porque estou de bermuda e agasalho
Ou é o meu chinelo e cabelo sem franjinha?
Ou é minha camiseta que não tem suas listinhas?
Seus verbos e estrangeirismos, que todos eu dispenso
Ou seu excesso de brasilidade para todos os momentos
Sua mpbzice toda cheia de pirraça
Ser cult é ser otário sem usar roupa de marca
Agora vai vir com seu questionamento de moral
Dizendo que sou mano, de calça bag e falo errado
Mas não sobrevive dois minutos no beco que fui criado
Então toma tua linha e vê se volta pros jardins
Tira seu goticismo depressivo do campo belo
E vai morrer na augusta a suas custas só farelo
Tira sua onda de malandro de Itaquera
E sua roupinha de skatista Ibirapuera
De otaku da liberdade
De operário do Ipiranga
De burguezinho do ABC
De moça hippie com missangas
Eu não sou como vocês que vivem nesse abuso
E se calam, e se ladram, e não causam nenhum tumulto!
Não sou punk, nem socialite, imigrante ou exilado
Mas sou único ao deixar o meu recado
Sou aquele desconhecido subestimado
Sou um rebelde bem ordenado
Sou tudo isso que você leu e mais um monte que ficou guardado...
Ouça os sons que reverberam
Ouça os sons que reverberam
Ouça os sons que reverberam
Meu reino é o reino das feras...
Na esfera das idéias...
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
Deixe seu recado após o sinal... tuuuuu!
Turbilhão de devaneios
nada mais me foge
turbilhão em doses turvas
e tudo mais que me consome...
Se houvesse algo no meu crânio
passível de extração
seria um rugido rouco
descontrolado eloquente e devasso
Nunca me pus mais inteiro
sempre montado de cacos
Nunca fui tão verdadeiro
Como cartola de mágico
Sempre adorei a estética
de versos dividos em quatro
não há forma poética
em que eu não lhe encontre espaço
Minha alma, alma minha
outrora distante e bela
no momento é tão vazia
quanto de abelha colméia
Sou assim nesse instante
e no outro assim quem sabe
Já comi sucrilhos com leite
e engoli lágrimas com saudade
vendi frutas frescas na feira
embrulhadas em meias verdades
já vesti meias de seda
com all stars de caridade
A que maravilhosa verborragia
Poética e dôdecafonica
tão grande quanto exposição do MAM
tão pequena quanto a tabela periódica.
Então se me permite, vou encerrar com um versinho
com estética bem diferente, de todo o que já foi redigido
ele diz em sons bem profusos tudo aquilo de carce
ele me dá cáries areas em pensamentos vorazes
yaverbrandertorstk yeavarbandertorstk rush o flower god
great oath of winter
great king of north
yaverbrandertorstk yeavarbandertorstk
tanám...
sanidade?
não faz o menor sentido
nada mais me foge
turbilhão em doses turvas
e tudo mais que me consome...
Se houvesse algo no meu crânio
passível de extração
seria um rugido rouco
descontrolado eloquente e devasso
Nunca me pus mais inteiro
sempre montado de cacos
Nunca fui tão verdadeiro
Como cartola de mágico
Sempre adorei a estética
de versos dividos em quatro
não há forma poética
em que eu não lhe encontre espaço
Minha alma, alma minha
outrora distante e bela
no momento é tão vazia
quanto de abelha colméia
Sou assim nesse instante
e no outro assim quem sabe
Já comi sucrilhos com leite
e engoli lágrimas com saudade
vendi frutas frescas na feira
embrulhadas em meias verdades
já vesti meias de seda
com all stars de caridade
A que maravilhosa verborragia
Poética e dôdecafonica
tão grande quanto exposição do MAM
tão pequena quanto a tabela periódica.
Então se me permite, vou encerrar com um versinho
com estética bem diferente, de todo o que já foi redigido
ele diz em sons bem profusos tudo aquilo de carce
ele me dá cáries areas em pensamentos vorazes
yaverbrandertorstk yeavarbandertorstk rush o flower god
great oath of winter
great king of north
yaverbrandertorstk yeavarbandertorstk
tanám...
sanidade?
não faz o menor sentido
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